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terça-feira, 15 de abril de 2014

O temido desfralde!!!

    Nossa, como faz tempo que não escrevo... deu saudade!!!

    Foram tantas coisas novas esses últimos meses, que agora vou colocando em dia...

    O primeiro assunto que me veio na cabeça foi o desfralde. Um assunto que eu temia tanto, mas que fui surpreendida.
    O André completou 2 anos em novembro. E eu queria aproveitar o verão para tirar a fralda. Em dezembro, perto do Natal, fomos viajar para o litoral... cenário perfeito! É agora, pensei comigo!
    Acordamos, tirei a fralda dele e falei, filho, se você quiser fazer xixi avisa a mamãe, pois você está sem fralda... frustração total! Todos, TODOS xixis fora, sem ele dar a menor bola pro ocorrido.
    Voltei atrás... pensei que não era a hora dele, ele não estava maduro o suficiente. Sim, porque controle de xixi e coco é difícil demais pra eles. Essa foi minha grande decisão, a melhor coisa... esperar a hora certa! 
    Idade? Cada um tem um desenvolvimento, não existe uma regra, existem indícios.
    Em fevereiro viajamos, e ele fez cocô na piscina do hotel três vezes... para meu desespero. Mas assim que chegamos, pensei comigo...vou tentar, afinal ele me parecia tão maduro, falando de tudo... era a hora. Desta vez acertei!!! Nem acreditei!! Tirei a fralda e falei... André, você está crescendo, não é mais bebê, a partir de hoje não tem mais fralda. Sabe o que ele me respondeu? - Tá bom mamãe!
    E desde então, xixi só no vaso!! Sem NENHUM escape... sucesso total! O cocô ele demorou 5 dias pra controlar, na verdade mais prendia por medo, mas depois passou.
    E a fralda noturna? Fui na coragem!! Aproveitei o embalo... ele não queria mais fralda de maneira nenhuma, teve um escape e depois mais nenhum... inclusive uma noite me acordou de madrugada pedindo.
    O desfralde é uma fase importante na vida da criança, muitas já estão prontas com um ano e meio, outras, só com três anos... o importante é sabermos reconhecer os sinais que eles nos dão para ser na hora certa, sem traumas (para ambas as partes).
    Vou colocar aqui alguns sinais que podem ajudar reconhecer o momento certo:

Sinais físicos:

  • Anda com firmeza, e até consegue correr
  • Faz bastante xixi de cada vez (e não de pouquinho em pouquinho)
  • Faz um cocô razoavelmente sólido, em horários mais ou menos previsíveis
  • Fica "seco" por pelo menos três ou quatro horas, ou seja, os músculos da bexiga conseguem segurar a urina.

Sinais de comportamento:

  • Consegue ficar sentado na mesma posição por entre dois e cinco minutos
  • Consegue abaixar e levantar as calças
  • Fica incomodado quando a fralda está suja ou molhada
  • Demonstra interesse nos hábitos de higiene (gosta de observar os outros irem ao banheiro ou quer usar cueca ou calcinha)
  • Não demonstra resistência à idéia de usar o penico ou a privada
  • Está numa fase em que gosta de colaborar, e não numa fase "do contra".


    O importante é que todos estejam engajados nesse projeto, escola-família. Não devemos também demonstrar frustração  ou raiva. Uma estratégia para o desfralde deve ser criada. Creio que com isso o sucesso será garantido!


       Boa sorte!!!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Febre e antitérmicos!


Ontém postei uma pergunta no meu feed do facebook, que teve tanta repercursão, que decidi ir pesquisar melhor sobre a febre e tratamentos para os nossos pequenos. Resolvi então criar esse post, para que nos ajude a esclarecer algumas dúvidas na hora da febre.

Vi que o tratamento da febre deve ser feito com medidas gerais e com medicamentos.

As medidas gerais resumem-se na hidratação adequada, que é feita com a oferta freqüente de água, para repor a perda líquida que ocorre nos processos febris. A importância de repor a água é  maior quanto menor for a idade da criança, pois as crianças menores desidratam mais facilmente.


A criança deve utilizar roupas leves e estar em ambiente com temperatura moderada e boa aeração. Normalmente a nossa tendência como mães é super agasalhar e fechar janelas para que não forme "corrente de ar". Deve ser o contrário!

O banho morno deve ser usado como medida paliativa. As compressas também. No caso de febre alta, enquanto um antitérmico faz efeito, o banho, por exemplo, pode baixar até 0,5 grau a temperatura do corpo.

Entramos então no tratamento com antitérmicos!
O tratamento da febre com antitérmicos não deve ser rotineiro. A maioria dos pediatras pede para medicar quando a temperatura estiver acima de 37,8, e dependendo de como a criança tiver, acima de 38. Isso não vale para as crianças com idade entre 6 meses e 5 anos que tem risco de convulsão febril.
Quando começamos a tratar com o medicamento da febre devemos escolher entre os remédios antitérmicos disponíveis: aspirina, dipirona, antiinflamatórios não hormonais (ibuprofeno) ou paracetamol. Temos sempre que ter em mente que todos os remédios existentes podem provocar reações adversas, o que sugere uma avaliação cuidadosa da relação risco/benefício. A escolha deve ser baseada na eficácia e na segurança do medicamento escolhido.

Aspirina

A aspirina existe há mais de cem anos, é o mais antigo dos antitérmicos e foi, até os anos setenta, a droga mais utilizada em todo o mundo. Além de sua ação antitérmica possui também ação antiinflamatória e analgésica.
Hoje em dia raramente utilizamos a aspirina para o combate à febre em crianças.


Dipirona

A dipirona é muito utilizada e tem muitos casos que ela é a eleita! Ela tem um detalhe, não tem efeito antiinflamatório. 

Ibuprofeno
O ibuprofeno é um antiinflamatório não hormonal que possui, além da ação antiinflamatória, ação antitérmica e analgésica. Foi liberado nos EUA para uso em crianças maiores de seis meses de idade.


Paracetamol

Na atualidade, o paracetamol é a droga mais utilizada em todo o mundo no combate à febre. Tem ação antitérmica, antiinflamatória e analgésica.

Esse é também o medicamento mais indicado para recém nascidos e gestantes.
O paracetamol é considerado o antitérmico mais seguro, com pouquíssimos eventos adversos como erupções cutâneas, urticária, angioedema e anafilaxia.
Ele tem uma toxicidade para o fígado, mas geralmente está ligada a super dosagem.  Se usada com cautela e nas dosagens prescritas, o risco é pequeno.

Temos sempre que ter em mente que a auto-medicação não deve ser feita... Podemos sim escolher entre os antitérmicos que o pediatra orientou usar, mas com cuidado, pois existem casos que alguns tipos de medicamentos são contra-indicados.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

História de uma mãe : DEI A VOLTA POR CIMA

Meu sonho era ter um filho. Eu e meu marido tentamos por muito tempo, sem sucesso. Depois de uma bateria de exames, descobrimos que ele tinha problema na bolsa escrotal. Por sorte, era operável. Dois meses depois da cirurgia, enfim fiquei grávida! Felicidade completa? Não foi bem assim. No terceiro mês de gestação, ao passar um creme nos seios, senti um caroço na minha mama direita. Era câncer, e já em estágio avançado. Eu precisaria me submeter a uma cirurgia para a retirada do meu seio e a sessões de quimioterapia. Insisti para que os médicos esperassem o parto, mas eles disseram que era impossível. Eu deveria fazer o tratamento para garantir não só a minha vida, mas a do meu bebê também. O maior risco é que minha menina nascesse prematura, muito pequena e frágil. Foram quatro sessões de quimio, muito mal-estar, corpo inchado e perda total dos meus cabelos. A cada visita ao hospital para receber o tratamento, pensava:"Por favor, que isso não machuque minha filha." E aí, após nove meses de gravidez, me internei para fazer a cesárea. E o parto foi um sucesso! Minha Maria Alice veio à luz no tempo certo, linda e saudável! Hoje minha filha está com 1 ano e 1 mês e eu continuo com o tratamento. Não é fácil, mas sempre que acordo questionando se todo esse sofrimento vale a pena, olho para minha pequena e tenho a resposta: SIM! Graças a ela descobri a doença a tempo de combatê-la e luto todos os dias para viver.

 Denise Águila, 36 anos, mamãe da princesa Maria Alice, 1 ano e 1 mês

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O que passou em casa nos últimos 2 meses!!!!





Nos últimos dois meses, quem acompanha o grupo pelo facebook viu que passaram alguns vírus e doenças inofensivas, porém trabalhosas pela minha casa.

Muita gente desconhecia essas doenças... confesso que eu também não conhecia uma, por isso resolvi fazer um resumo de quais foram, o que são, o que causam para todas mamães ficarem atentas aos sintomas.




Síndrome mão-pé-boca:


É uma doença causada pelo vírus Coxsackie, e menos frequentemente pelos enterovírus (os vírus que causam diarréia).Altamente infecciosa e contagiosa em crianças, principalmente abaixo de 5 anos de idade. Nas crianças em fase escolar ocorre com menos frequência e raramente ocorre em adultos.
Os surtos são mais freqüentes na primavera e no outono.
A transmissão se dá pela via fecal – oral, isto é, através da ingestão do vírus por mãos sujas, alimentos mal lavados ou mal cozidos que tiveram contato com fezes contaminadas. Logo, não há necessidade de isolamento da criança, desde que observadas as condições mínimas de higiene para evitar a transmissão.
Usualmente o período de incubação é de 4 a 6 dias.
Apresenta febre de intensidade variável, porém alguns casos podem ocorrer sem febre.
Habitualmente a criança apresenta estomatite (aftas) e gânglios aumentados no pescoço.
Surgem a seguir, em pés e mãos, lesões vesiculosas (como pequenas bolhas) branco-acinzentadas com base avermelhada, não pruriginosas e não dolorosas. Daí o nome “doença da mão – pé – boca”. As lesões podem aparecer tambémna área da fralda.
Trata-se de uma infecção de natureza moderada que regride entre 5 e 7 dias.
O diagnóstico é clínico, pois o quadro é bem característico.
Geralmente não é preciso realizar exames complementares.
É sintomático. Inclui medidas orientadas para as viroses de uma maneira geral:
- repouso, alimentação leve e boa ingesta de líquidos.
A febre, se presente, pode ser controlada com o antitérmico prescrito pelo pediatra.
Idas frequentes ao pronto-socorro não alteram a evolução natural da doença, pois o quadro é auto-limitado, ou seja, melhora espontaneamente com a própria defesa do organismo.
Em alguns poucos casos, quando as lesões da boca comprometem a ingesta de líquidos, faz-se necessário internação para hidratação endovenosa.

Prurigo Estrófulo:
Esta patologia aparece principalmente na primavera e no verão, afetando quer as meninas quer os meninos. As crianças com dermatite atópica parecem ter maior predisposição para esta patologia.
A palavra prurigo, originada do latim "pruire", significa prurido, comichão, e foi utilizada para caracterizar pápulas e nódulos que dão prurido.
O prurigo estrófulo é também chamado de prurigo agudo simplex e de urticária papular. Trata-se de uma patologia inflamatória e alérgica da pele. Caracteriza-se pelo aparecimento de uma erupção maculopapular, isto é, de alterações da cor da pele como manchas (máculas) e áreas de elevação da pele, com relevo (pápulas). São normalmente eritematosas, isto é, com cor avermelhada, e dão prurido. Podem ou não ter, também, vesículas (pequenas bolhas).

É mais frequentemente observada na sequência de picada de insetos e mais raramente após a ingestão de alimentos ricos em histamina ou com propriedades histamino-libertadoras, como, por exemplo, peixe, tomate, ovo, cacau, morango, beterraba, soja, amendoim e alguns aditivos alimentares. 


Os animais que desencadeiam mais frequentemente esta patologia são os insetos. Muitos são ectoparasitas, isto é, necessitam de picar o hospedeiro para conseguirem alimento, e as proteínas da saliva destes insetos causam uma reação alérgica. Foram relacionados com esta patologia os mosquitos, moscas, pulgas e carraças. A melga comum (Culex pipiens), a pulga e o percevejo da cama (Cimex lectularius) são os mais frequentemente associados.

Esta patologia aparece principalmente na primavera e no verão, afetando quer as meninas quer os meninos. As crianças com dermatite atópica parecem ter maior predisposição para esta patologia.

Atinge principalmente crianças pequenas, com idades compreendidas entre os 4 e os 7 anos. Ocasionalmente pode aparecer em jovens e adultos.

As lesões apresentam-se dispersas pelo corpo, mas ocorrem principalmente nas zonas descobertas - nos membros e tronco (principalmente na zona onde terminam as meias e na área da cintura). A zona das axilas, couro cabeludo e área das fraldas raramente são afetadas. Fatores como a permanência prolongada no exterior dos edifícios, o suor, os odores fortes, a pele quente e o movimento parecem aumentar a suscetibilidade à picada.

Pode apresentar-se com lesões papulares, vesiculares (pequenas bolhas) ou lesões de urticária (placas avermelhadas com relevo e que provocam comichão). Geralmente aparecem, no início, como pápulas avermelhadas e duras, que provocam muito prurido, desenvolvendo uma vesícula central no período de 1 a 3 dias - lesões em alvo.

As crianças tendem a coçar e arranhar, podendo desenvolver lesões de coceira, ferida e crosta. Pode evoluir para uma infeção no local, necessitando de antibióticos.

A evolução dá-se por surtos que coincidem com a picada do inseto. Apenas uma picada é capaz de desencadear várias lesões dispersas por todo o corpo. A maioria das lesões persiste por 4 a 6 semanas e depois da resolução pode existir, temporariamente, eritema (área avermelhada) ou hipo/hiperpigmentação (área de cor mais clara ou mais escura) pós-inflamatórios.

A recorrência com a exposição continuada aos agentes provocadores vai diminuindo na adolescência e na idade adulta. Vai-se desenvolvendo uma tolerância imune às proteínas da saliva desencadeantes. Daí que frequentemente afete apenas um membro da família. Seria de esperar que, sendo a causa a picadela de mosquitos ou pulgas, os outros membros da família também fossem afetados, no entanto, estes podem ter já desenvolvido tolerância.

O diagnóstico é feito através do reconhecimento das lesões e, em alguns casos, da identificação do inseto provocador.
Não está indicada a realização de exames de diagnóstico.

O tratamento baseia-se na eliminação e evicção da causa. De forma a evitar as picadelas de insetos devem ser usadas roupas que cubram as áreas do corpo normalmente expostas (camisolas com mangas e calças). Devem, também, ser utilizados repelentes de insetos, inseticidas e mosquiteiros. No caso de haver animais em casa, devem ser tomadas medidas contra as pulgas e carraças - uso de coleiras e medicação próprias e banhos frequentes dos animais. Em muitos casos não é possível eliminar a causa.

O outro ponto importante do tratamento é o controle dos sintomas das crianças. Podem ser utilizados cremes tópicos de corticoides, que têm um efeito anti-inflamatório local, e anti-histamínicos orais. Estes medicamentos vão diminuir o tamanho da pápula, da vermelhidão e da intensidade do prurido. Deve-se desinfetar as lesões de coçeira de forma a prevenir a infeção.

Esta patologia pode ser recorrente e persistente, causando um grande incómodo. Assim, o seu tratamento pode ser algo desanimador e frustrante. No entanto, é de focar que se trata de uma patologia benigna, que melhora com o tempo (com o desenvolvimento de tolerância) e que não está associada a patologia alérgica respiratória como a asma.

Roséola:
A roséola infantil, também conhecida como a sexta doença, é caracterizada por febre alta que afeta, principalmente, as crianças com menos de dois anos. Ela é causada pelo vírus da herpes (tipo 6 e tipo 7) e é transmitida pela saliva.

O início da doença é súbito e a febre dura de três a cinco dias. Após esse período, a febre cessa bruscamente e aparecem no corpo do pequeno pequenas bolinhas vermelhas de dois a três milímetros de diâmetro, que iniciam no tronco e se disseminam para cabeça e extremidades. Essa erupção é de curta duração variando de um a três dias e desaparece sem deixar marcas.

Além da febre, que pode chegar a 40 graus, geralmente a criança também apresenta um quadro de irritabilidade e perda de apetite. Normalmente, assim que a erupção cutânea acontece, esses sintomas vão embora. 

A roséola pode atacar em qualquer época do ano, mas sua incidência é maior na primavera e no outono. Assim como no caso de outras doenças infecciosas, como o sarampo e a rubéola, o contato com o vírus da roséola dá, habitualmente, imunidade permanente (protege de novas infecções).

Não existe um tratamento específico para o exantema súbito, o que se faz é tratar os sintomas. Antitérmicos prescritos pelo pediatra são muito usados.


domingo, 7 de outubro de 2012

Ela conseguiu!

Estou muito feliz! Finalmente a Manu parou com duas manias... depois de muita luta, conversa e incentivo ela está sem roer unhas há 3 semanas, e há 1 semana não faz mais nozinhos no cabelo...
Tenho  muito que comemorar esses fatos, pois sentia que ela mesma se esforçava para parar e quando percebia já estava com a mão na boca e o cabelinho cheio de nó.
Essas manias começaram no final da gravidez do André, sentia nela uma ansiedade... ela ficou mais agitada.
Desde então venho me preocupando com isso... pinta unha, dá presente, passa esmalte com cheiro, com gosto ruim, repetindo 500 milhões de incansáveis vezes: tira a mão da boca!
Conversei muito com ela...expliquei que era feio, que iria unha para a barriga, que o dedo ia ficar cabeçudo... ela entendia tudo, e me respondia: mamãe eu tô parando, mas não consigo! 
Minha manicure tentou fazer um trato com ela, falou que iria pintar a unha dela por quatro semanas seguidas sem cobrar- como se ela pagasse- e se ela roesse o trato não iria acontecer. Pensei, bom já comprei 100 cores de esmaltes com glitter, estrelinha, bolinha, azul, rosa, fruta-cor e até vermelho e não adiantou... isso também não vai dar certo. Mas deu!!! Não sei qual foi a diferença, talvez porque tenha vindo um incentivo de alguém de fora... e em casa eu ajudava lembrando- quando a via com a mão na boca, falava que a Irá perceberia...
Ontem, após 3 semanas do início do acordo, ela veio me mostrar orgulhosíssima as unhas crescidas, e queria que eu contasse pra todo mundo! (cá estou!rs)
O cabelo acho que veio como consequência...também conversei muuuuuuito e cheguei ameaçar de cortar curto (o sonho dela é ter cabelo cumprido) e, quando menos esperava, nada de nós!
Ela conseguiu, teve força de vontade e isso é um grande feito para uma garotinha de 5 anos. Estou orgulhosa, e espero que essas manias não voltem!

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A saúde dos dentinhos

Essa semana começou nascer o quinto dentinho do André, e ao mesmo tempo o primeiro dente permante da Manuela. Sempre tive a preocupação de orientar a importância da higiene bucal e ajudar nesses momentos para que fosse feita de uma maneira correta. É claro que estimular a Manu escovar os dentes sozinha é importante também, mas sempre tento dar um jeitinho de escovar com ela pelo menos uma vez ao dia.
Pesquisei um pouco sobre as doenças mais comuns que acometem a saúde bucal do bebê e da criança. São elas:
Nilson Cardoso-Cárie de mamadeira: tem como principal causa o uso frequente de mamadeira com leite adoçado, especialmente a noite. Afeta dentição decídua (dentes de leite) de crianças entre 1 e 3 anos.
-Cárie: causada por bactérias presentes na boca, que desmineralizam certas áreas do dente. O início da cárie são manchas brancas que evoluem para cavidade no dente, gerando dor e até mesmo destruição da coroa dentária.
-Fluorose: causada por ingestão excessiva de flúor na infância. Caracteriza-se por manchas brancas nos casos mais leves e escuras nos casos mais graves. A doença ocorre durante a formação dos dentes permanentes e afeta principalmente crianças de 0 a 4 anos.
A melhor maneira de evitar essas doenças é a prevenção. Mesmo antes dos dentinhos nascerem, a higiene da boca deve ser feita. Seguem então, algumas dicas para a higiene oral em bebês e crianças:

Bebês:

  • enrolar no dedo indicador uma gaze ou fralda e umedecer com águe filtrada. Em seguida, passar em toda a gengiva, delicadamente, e também na língua e bochechas. Com o passar dos dias o bebê irá se acostumar com o ato da limpeza e essa se tornará uma atividade agradável para ele;
  • com o nascimento dos primeiros dentinhos, por volta dos 6 meses, a fralda deve ser substituída por uma dedeira ou escova macia, devendo ser usado o gel dental sem flúor;
  • por volta dos 18 meses, com o nascimento dos primeiros molares, a higiene deverá ser feita com uma escova dental infantil, mas ainda com gel dental sem flúor.
Crianças:


  • incline levemente as cerdas da escova (45 graus), movimentando suavemente de cima para baixo nos dentes superiores e de baixo para cima nos inferiores;
  • escove suavemente a superfície interna de cada dente;
  • nos dentes da parte mastigatória, escove fazendo movimentos de vai-e-vem;
  • para escovar atrás de cada dente, posicione a escova verticalmente e faça movimentos de cima para baixo nos dentes de baixo e de cima. O gel dental infantil com flúor pode ser usado a partir de 4 anos.
 O nascimento dos dentinhos varia muito entre bebês, normalmente começa em torno do sexto mês. A sequencia dos outros também pode variar, mas o geral é os da frente antes dos de trás, o de baixo antes do correspondente do de cima. Abaixo, coloquei uma tabela da data média do nascimento dos dentes de leite:
 Quando eles costumam aparecer 
6 meses
incisivos centrais inferiores
7 meses
incisivos laterais inferiores
7 meses e meio
incisivos centrais superiores
9 meses
incisivos laterais superiores
12 meses
primeiros molares inferiores
1 ano e 2 meses
primeiros molares superiores
1 ano e 4 meses
caninos inferiores
1 ano e meio
caninos superiores
1 ano e 8 meses
segundos molares inferiores
2 anos
segundos molares superiores

Os sintomas relacionados ao nascimento dos primeiros dentes do bebê podem ser: irritabilidade, agitação, salivação abundante, gengivas inchadas e doloridas, dificuldade em comer, febre baixa e diarréia.
Além de tudo isso pode ser que o bebê fique mais chorão e durma mal nessa fase, mas muitos bebês não apresentam nenhum problema com o nascimento dos dentinhos. O uso do mordedor pode ajudar muito aliviar o desconforto, inclusive mordedores que vão na geladeira. Para passar alguma coisa, o ideal é sempre pedir orientação ao pediatra ou ao dentista. Às vezes precisamos usar até um analgésico para ajudar nossos pequenos.





terça-feira, 24 de julho de 2012

Um guia rápido!

Quando nossos bebês ficam doentes, ficamos desesperadas, recorremos aos pediatras, nossas mães, vizinhos, curandeiros...
Decidi postar algumas dicas básicas que podem ajudar a decidir se vamos ao pronto socorro,  gritamos pelo pediatra ou se conseguimos resolver sozinhas o que está acontecendo (ou, como acontece muitas vezes, começamos resolver...)
Nariz entupido: se o seu bebê está com nariz entupido, isso deixa ele irritadíssimo. Eles têm falta de ar por não conseguirem respirar com a boca. O soro, rinossoro ou sorine ajuda demais nessa hora, nos bebês use com conta gotas, evite o spray. Lave as narinas antes das mamadas e antes de dormir. Nariz escorrendo clarinho, tosse seca e febrinha baixa (até 38 C) provavelmente é um resfriado, deve passar sozinho.Para a tosse, ajuda muito a inalação com 5 ml de soro fisiológico. Mas se o bebê tem tosse com catarro, febre alta, dificuldade para respirar, você deve contatar o pediatra.
Febre: sempre que você achar que seu filho está quentinho, meça a temperatura. Febre é acima de 37,8 C, abaixo disso é estado febril e pode ser até por causa do dente. Se estiver com febre, um banho morno pra frio pode ajudar bastante enquanto o medicamento usual faz efeito.
Vômito: mamar e vomitar em pequena quantidade depois pode ser normal, vale a pena deixar o bebê elevado por 15 minutos para esperar o arroto. O soluço pode ser porque o leite voltou um pouquinho e deve passar sozinho. Se após toda mamada, o bebê vomita em grande quantidade o pediatra deve ser avisado.
Diarréia: o cocô do bebê que mama leite materno é amarelo e semi líquido, a diarréia é líquida. É importante não deixar a criança desidratar. Aumente a quantidade de líquido oferecida, vale o que aceitar, soro caseiro, suco ou água. Se mama no peito ofereça sempre em menor quantidade. Observe sempre os sinais de desidratação: choro sem lágrimas, olho fundo, saliva grossa.
Queimadura: se houver algum tipo de queimadura, evite passar qualquer coisa no local. Coloque em água fria corrente para aliviar a dor, não estoure as bolhas, e leve ao pronto socorro.
Cortes: lave a região e tente estancar o sangue pressionando com um pano limpo. Avalie se há a necessidade de levar ao pronto socorro e evite usar pomadas no local. Algumas vezes um band aid bem colocado já é suficiente.
Intoxicação: se a criança ingerir algum produto tóxico, não dê nenhum líquido ou alguma coisa para tentar forçar o vômito, leve-a imediatamente ao PS. Se lembrar, leve uma amostra do produto.
Engasgamento:  para bebês até 1 ano, coloque-o de bruços em seu antebraço, de forma que a cabeça fique mais baixa do que o resto do corpo. Dê várias pancadinhas firmes em suas costas. Não tente retirar o objeto que está fazendo a criança engasgar, pois ele pode ser mais empurrado. Se a criança for maior e já conseguir tossir, tente pedir para que ela tussa para tentar expulsar o objeto, se mesmo assim não sair, tente dar pancadinhas na área entre as clavículas, sempre tomando cuidado para não exceder a força.

Com relação aos acidentes da infância, não podemos esquecer que a prevenção é o melhor remédio. Não deixe produtos de limpeza, objetos cortantes ou pequenos, remédios sob o alcance das crianças, num piscar de olhos eles pegam alguma coisa!


terça-feira, 3 de julho de 2012

O aumento da pressão na gravidez


Nem sempre é fácil pensar, falar ou escrever sobre os problemas que ocorrem durante a gestação, pois neste período mágico da vida queremos só o lado bom de tudo, mas as complicações existem e não podemos ignora-las, por isso vou passar por aqui de vez em quando. Para começar: Hipertensão!

As síndromes hipertensivas respondem pelas complicações clínicas mais comuns da gestação e podem levar a restrição de crescimento intra-uterino, prematuridade, descolamento prematuro de placenta, diminuição do liquido amniótico, morte fetal e morte materna.  São classificadas como:

Hipertensão arterial crônica: refere-se à presença de hipertensão arterial sistêmica - HAS (pressão arterial maior do que 140 x 90 mmHg) diagnosticada antes da gestação ou com aparecimento antes da 20ª de gestação, ou ainda por hipertensão diagnosticada em qualquer fase da gestação , mas que persiste além de 12 semanas após o parto.

Hipertensão gestacional: é a hipertensão que se manifesta somente na gestação ou nas primeiras 24 horas após o parto e não é acompanhada de proteinúria (eliminação de proteína pela urina, medida em urina coletada por 24 horas) ou de HAS preexistente, e retorna aos níveis normais em até 12 semanas após o parto.

Crise Hipertensiva: é um episódio agudo e rápido de elevação da pressão arterial acompanhada de rubor, alteração do comportamento, dor de cabeça, dificuldade para respirar, torpor e alterações visuais. Surge, geralmente, no curso de uma doença.

Pré-eclâmpsia: é uma doença de causa desconhecida, exclusiva da gestação, que ocorre após a 20ª semana de gestação, frequentemente próximo ao termo e na maioria das vezes em primigestas. Também chamada de doença hipertensiva especifica da gestação (DHEG). É caracterizada por HAS, edema generalizado, principalmente mãos e face, e proteinúria, são essas características que definem a doença e que talvez você já tenha ouvido falar como a tríade da pré-eclâmpsia. São fatores de risco para desenvolvimento da doença: primiparidade, gestação múltipla, hipertensão, pré-eclâmpsia em gestação anterior, diabetes gestacional, idade materna, obesidade, alimentação, exposição limitada ao esperma do parceiro, história familiar de pré-eclâmpsia e infecção materna. Nas formas leves de pré-eclâmpsia os cuidados são repouso e controle da pressão arterial, além da monitorização fetal. Nas formas graves, a internação por vezes, pode ser necessária, além da profilaxia da convulsão. Casa haja sofrimento fetal ou risco para a gestante, a gravidez, geralmente, é interrompida. Nestes casos, dependendo da idade gestacional, o bebê pode precisar de cuidados mais intensivos. A pré-eclâmpsia é uma doença reversível, que começa a desaparecer depois do parto.

Hipertensão arterial crônica com pré-eclâmpsia superajuntada: a pré-eclâmpsia pode ocorrer em mulher que já eram hipertensas antes da gestação, daí o nome superajuntada ou sobreposta. O diagnóstico é feito quando surge a proteinúria ou o edema, após a 20ª semana de gestação.

Eclâmpsia: presença de convulsão, que não pode ser atribuída a outras causas, em mulheres com pré-eclâmpsia, é tida como forma grave de pré-eclâmpsia. É precedida pelo agravamento do quadro hipertensivo e por sintomas que são próprios da iminência de eclâmpsia como: dor de cabeça, visão dupla, visão turva, visão escura, por vezes acompanhada pela percepção de pontos brilhantes e dor de estômago. Geralmente ocorre no último trimestre de gestação ou puerpério imediato. Raramente ocorre nos dois primeiros trimestres da gestação e no puerpério tardio.

Síndrome HELLP (Hemolysis, Elevated Liver Enzymes, Low Platelets): é uma forma grave de pré-eclâmpsia caracterizada pelo aparecimento de hemólise (quebra dos glóbulos vermelhos do sangue), elevação das enzimas hepáticas e queda de plaquetas em gestantes que apresentação quadro de hipertensão. As alterações nem sempre aprecem ao mesmo tempo, por isso há a distinção de síndrome HELLP parcial e total. O diagnóstico clínico pode ser feito por sintomas como mal-estar geral, náuseas, vômito, icterícia, hipertensão grave, dor de estômago, alterações de comportamento, sangramento gengival, distúrbios visuais. Em alguns casos o numero de plaquetas continua a diminuir nos primeiros dois dias após o parto, para, então, se normalizar progressivamente. Uma vez diagnosticada o manejo da doença é realizado como o da pré-eclâmpsia.

Graças a medicações que são seguras para serem usadas durante a lactação por não trazem risco ao bebê, é possível o manejo adequado da pressão arterial após o parto, quando necessário, e ainda amamentar.

Fernanda Carini da Silva é enfermeira, graduada pela USP, mestre pelo ICB- USP e aluna do doutorado pela Faculdade de medicina da USP.  Uma grande amiga-irmã, que eu adoro demais!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

As terríveis estrias!!

Estrias são cicatrizes na pele que tem influência genética e ambiental, e ocorrem devido à perda de colágeno e elastina presentes na camada mais profunda da pele. Seu surgimento está associado à períodos de mudança hormonal e da estrutura corporal, como na puberdade e na gravidez.
Na gestação ocorrem em decorrência do estiramento da pele, normalmente no abdomen, nádegas, coxas e seios.
Por serem cicatrizes atróficas é difícil tratá-las e o melhor a fazer é tentar evitar.
Algumas dicas podem ajudar previnir as indesejadas estrias, como uma alimentação balanceada, ingerir bastante água, além de fazer uso constante de creme hidratante e controlar o aumento de peso excessivo durante a gravidez. O uso de langeries confortáveisdeve ser preferido, para evitar a pressão sobre a pele. No caso dos sutiãs, devido ao aumento do volume dos seios durante a gravidez, devemos optar por confortáveis e que dão sustentação.
Se mesmo com todo cuidado que temos, as estrias podem surgir, aí podemos procurar auxílio médico com a finalidade de amenizá-las, pois são irreversíveis. Podemos optar por tratamentos com cremes à base de ácidos, peelings, cirurgias plásticas ou laser. A maioria requer um intervalo após o parto, levando em conta também a época de amamentação. O principal objetivo desses tratamentos é deixar as estrias o mais imperceptível possível.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Previnindo a anemia

Anemia por carência alimentar de ferro representa a deficiência nutricional de maior prevalência em todo o mundo. A falta de ferro no sangue é a principal causa de anemia infantil. A hemoglobina é uma proteína muito importante para o nosso organismo, pois é a que transporta o oxigênio necessário para o bom funcionamento de todos os tecidos do nosso corpo. Quando o número ou conteúdo de hemoglobina se apresenta mais baixo que o indicado em uma análise de sangue, isso se traduz como anemia.
Para entendermos como prevenir ou tratar a anemia em nossos bebês, devemos saber a diferença do ferro que está presente nos alimentos. O ferro heme é presente nos alimentos de origem animal ( carnes como o peixe, aves e vísceras), é bem absorvido no organismo. O ferro não-heme, encontrado em alimentos de origem vegetal (feijão, lentilha, ervilha, verduras escuras, frutas secas, alimentos integrais e cereais fortificados) tem absorção menor pelo organismo e depende de outros fatores, como por exemplo, se forem ingeridos com alimentos que contenham vitamina A (alimentos alaranjados, verde-escuros, carnes e leite) que melhoram o transporte de ferro, e alimentos que contenham vitamina C, que aumentam em 30% a absorção de ferro não-heme e não interfere na absorção de ferro heme.
Algumas dicas ajudam a previnir a anemia por falta de ferro:
- aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida;
- quando oferecer fórmulas infantis, oferecer as enriquecidas com ferro;
- nunca substituir uma refeição salgada (almoço e janta) por leite. A refeição fica incompleta e desequilibrada, e o aporte de cálcio aumentado pode inibir a absorção de ferro;
- refeições salgadas devem conter alimentos ricos em ferro-heme. O fígado oferecido de forma regular (a cada duas semanas) é uma excelente fonte de ferro. Vegetais de folhas verde-escuras nunca devem faltar nas refeições, e podem ter como facilitador alimentos que contenham vitamina C, como o tomate e algumas frutas;
- refrigerantes, chás e café devem ser evitados na dieta da criança por interfirirem de forma negativa na absorção do ferro.
Uma dieta equilibrada é ideal para que a criança consiga receber a quantidade ideal de ferro que necessita.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

As terríveis assaduras

Assadura, ou dermatite de fralda, é uma reação inflamatória causada por diversos fatores: toxinas irritantes contidas na urina e nas fezes, umidade e calor excessivos no local, fezes mais ácidas ou com cheiro mais forte, diarréia, queda de imunidade causada por um resfriado ou  fungos da flora intestinal. Essa é a lesão de pele mais comum em crianças que usam fralda.
A pele fica vermelha, levemente inchada, podendo haver lesões bolhosas, descamação e até sangramento, essa irritação causa muito desconforto para o bebê.
A principal forma de combater assaduras é prevenindo. A troca de fralda nos primeiros meses, quando a criança ainda evacua e urina bastante deve ser frequente, o ideal é que seja em todas as mamadas. Devemos dar preferência para fazer a higiene na troca com água morna e se necessário, usar sabonete neutro. O uso de pomada com óxido de zinco ou petrolato faz com que se forme uma camada protetora extra na pele, e que deve ser removida a cada troca. Se tivermos em uma época de calor, a exposição da pele ao sol (do começo da manhã e do fim da tarde) ajuda a prevenir assaduras.
Mas, muitas vezes, mesmo com todos esse cuidados, nossos bebês podem apresentar assaduras, e aí vão algumas dicas de como podemos tratá-las: se a pele do bebê começar apresentar um vermelhinho, aumente a frequência de troca para que a região fique menos úmida possível. Faça a higiene com água morna e algodão, evite o uso de lenços umedecidos. Seque a região com uma fralda de pano ou uma toalha macia sem friccionar a pele. Certifique-se que a região está bem sequinha antes de passar pomada e colocar a fralda. O uso do chá de camomila morno pode ajudar muito a aliviar e cicatrizar a região. Se o bebê já se alimenta com frutinhas, procure evitar frutas ácidas como o abacaxi e a laranja enquanto ele está assado.
Caso a assadura não melhore e comece aparecer lesões na região, entre em contato com o pediatra, pois pode ser necessário algum tipo de pomada de tratamento com antifúngico.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

O sono do bebê


Uma das tarefas mais difíceis que enfrentamos é fazer com que nossos filhos durmam bem. Somos responsáveis por criar essa rotina do bebê. Não podemos esquecer que é durante o sono do bebê que alguns importantes hormônios são liberados.
Como os adultos, os bebês tem pequenos despertares durante a noite, e eles devem se sentir seguros para que se tornem independentes para voltar ao sono. Um estudo israelense, mostrou que os bebês que recebiam menos atenção durante a noite, dormiam melhor do que aqueles que recebiam mais cuidados quando acordavam. Concluíram também que os pais que confortam seus bebês durante a noite são mais ansiosos do que aqueles que deixam seu bebê chorar um pouco.
Alguns hábitos, como segurar o bebê durante a noite, alimentá-lo em horário errado ou colocá-lo para dormir no meio dos pais, podem criar dificuldade de obterem uma boa qualidade de sono nos primeiros anos de vida.
Mesmo que o bebê tenha o hábito de adormecer mamando ou no colo, é importante que ele esteja um pouco acordado quando colocado no berço, pois terá a segurança de saber onde está e dormir novamente quando tiver pequenos  despertares durante a noite.
É de suma importância lembrarmos da rotina do bebê na hora do sono, tanto diurno quanto noturno. Durante o dia, pelo menos uma ou duas sonecas podem ser no berço, tentando, na medida do possível, manter os horários dessas sonecas. A noite, é importante manter um ritual com horários: não exceder em estímulos, manter o local calmo, os horários e as rotinas. Muitas mães preferem dar um banho antes do sono para relaxar, outras dizem que esse banho desperta, mas o importante é que esse hábito faça parte da rotina do sono. Podemos usar o balanço para acalmar o bebê, mas para fazê-lo dormir pode fazer com que ele se sinta dependente desse balanço quando despertar durante a noite.
O uso da "naninha" pode ajudar, mas devemos nos atentar para que o bebê não fique dependente da mesma naninha para dormir sempre, ou seja, corremos o risco de sair, esquecer a naninha e o bebê se frustar na hora de dormir. 
Devemos criar rituais e regras para a criança dormir, e o mais importante é que as regras devem ser cumpridas para melhor qualidade de vida do bebê e dos pais.

fontes: babycenter.com
      guiadobebe.uol.com.br


segunda-feira, 21 de maio de 2012

O primeiro dia com frutinha

Hoje foi o primeiro dia de frutinha para o André. Que fruta dar? Suco ou papinha? Será que ele vai aceitar?
Resolvi começar com a banana amassadinha, não fez muito sucesso, mas aceitou. Provavelmente a textura foi a causa da estranheza, pois o gostinho parecia estar bom.
Pesquisei um pouco sobre o assunto, e ai virou assunto para mais um post.
Até os seis meses de idade, o bebê deve receber só o leite materno, em alguns casos, conforme orientação do pediatra, a introdução de novos alimentos é adiantada. Quando começamos com a fruta, ela entra como um lanche, um reforço de fibras e vitaminas na dieta do bebê, ou seja, a fruta não substitui mamada ou refeição. 
A escolha da fruta depende indiretamente de alguns fatores: frutas da época estão mais frescas, maracujá azedo e limão serão adoçados, mas nesta idade o bebê não pode receber mel e o açúcar deve ser evitado; se o intestino do bebê está tendendo ao preso, podemos ajudá-lo com frutas mais laxativas, como o mamão e a ameixa, e caso contrário com frutas obstipantes, como maçã. Podemos dar também suco de alguns legumes, como a cenoura e a beterraba. É importante que a introdução da fruta seja gradativa, para que o bebê aprenda o sabor de cada uma delas e para que aprendamos as reações deles com elas, como diarréia, cólica ou alergias. A textura da fruta também começa ser conhecida por eles, por isso não devemos bater no liquidificador, podemos oferecer em forma de suco, raspadinha ou purê amassadinho.
Pode ser que a primeira vez que oferecemos uma fruta diferente, o bebê não aceite, mas não podemos desistir...muitas vezes eles se acostumam com a fruta só após muitas tentativas. A quantidade no começo também não é muito importante, eles vão aos pouquinhos.
A careta de estranheza na introdução de alimentos novos na dieta de nossos bebês é imperdível! Não podemos nos esquecer que aquela carinha suja e o babador lambuzado também fazem parte do desenvolvimento da criança!
fontes: bebe.abril.com.br
           e-familianet.com.br
           brasil.babycenter.com




quarta-feira, 16 de maio de 2012

Vacina contra gripe: dar ou não

O inverno está chegando, e junto com ele as doenças respiratórias, viroses,campanhas de vacinação sazonal e nossas polêmicas perguntas: vacinar ou não? O intuito desse post não é dizer se devemos ou não vacinar nossos filhos contra a gripe, mas tentar esclarecer um pouco nossas dúvidas sobre esse assunto. A gripe é uma doença viral, causada pelo vírus da Influenza, transmitida por gotículas de secreção de tosse, espirro e até mesmo uma conversa com alguem infectado. Pode causar tosse, coriza, dor de garganta, dor no corpo, febre... A campanha de vacinação é feita antes do inverno pois a vacina pode demorar até um mês para fazer efeito. Dar ou não a vacina contra a gripe é uma decisão que ainda divide os pediatras, porém a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que todas as crianças a partir de 6 meses sejam imunizadas. É comum ouvirmos falar que o filho ficou gripado após receber a vacina, mas o vírus usado é inativado, ou seja, morto. A vacina da gripe é eficaz em 89% dos casos, portanto a pessoa vacinada pode não estar totalmente imune a doença, mas pode manifestar-se de uma forma mais branda; existem também pessoas que apresentam alguma reação as substancias da vacina: podem haver febre baixa, mal estar, dor e vermelhidão no local da picada. É importante lembrar que a vacina não imuniza contra resfriado, que tem sintomas bem parecidos e podem ser confundidos. A vacina está disponível na rede pública e em clínicas particulares custa em torno de R$ 70,00. Como o vírus da gripe sofre mutação a cada ano, o tempo de duração da vacina é de um ano. Fontes: portal.saude.gov.br vacinacontragripe.com.br