quarta-feira, 20 de junho de 2012

As terríveis estrias!!

Estrias são cicatrizes na pele que tem influência genética e ambiental, e ocorrem devido à perda de colágeno e elastina presentes na camada mais profunda da pele. Seu surgimento está associado à períodos de mudança hormonal e da estrutura corporal, como na puberdade e na gravidez.
Na gestação ocorrem em decorrência do estiramento da pele, normalmente no abdomen, nádegas, coxas e seios.
Por serem cicatrizes atróficas é difícil tratá-las e o melhor a fazer é tentar evitar.
Algumas dicas podem ajudar previnir as indesejadas estrias, como uma alimentação balanceada, ingerir bastante água, além de fazer uso constante de creme hidratante e controlar o aumento de peso excessivo durante a gravidez. O uso de langeries confortáveisdeve ser preferido, para evitar a pressão sobre a pele. No caso dos sutiãs, devido ao aumento do volume dos seios durante a gravidez, devemos optar por confortáveis e que dão sustentação.
Se mesmo com todo cuidado que temos, as estrias podem surgir, aí podemos procurar auxílio médico com a finalidade de amenizá-las, pois são irreversíveis. Podemos optar por tratamentos com cremes à base de ácidos, peelings, cirurgias plásticas ou laser. A maioria requer um intervalo após o parto, levando em conta também a época de amamentação. O principal objetivo desses tratamentos é deixar as estrias o mais imperceptível possível.

Maçã com erva-doce

Muitas vezes queremos inovar um pouco o cardápio dos nossos bebês, mas não temos muitas idéias... Achei uma receitinha legal pra quem está nas frutinhas que tem os benefícios da erva-doce, uma erva que tem vitamina C, potassio, além das fibras. É conhecida por seus benefícios digestivos. Fácil de fazer, podemos conservar a papinha em geladeira por 2 dias ou congelar por até um mês.
Purê de maçã com erva-doce
Ingredientes: 1 bulbo pequeno de erva-doce sem os galhos externos picado
2 maças descascadas, sem caroço e picadas
Cozinhe a maça co a erva-doce no vapor por 10 minutos, até ficarem macias. Bata a mistura no processador até obter um purê. Se necessário, junte um pouco de água no cozimento.
Aí está! 12 minutos para o preparo, rende 4 porções e um saborzinho novo para o bebê!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Previnindo a anemia

Anemia por carência alimentar de ferro representa a deficiência nutricional de maior prevalência em todo o mundo. A falta de ferro no sangue é a principal causa de anemia infantil. A hemoglobina é uma proteína muito importante para o nosso organismo, pois é a que transporta o oxigênio necessário para o bom funcionamento de todos os tecidos do nosso corpo. Quando o número ou conteúdo de hemoglobina se apresenta mais baixo que o indicado em uma análise de sangue, isso se traduz como anemia.
Para entendermos como prevenir ou tratar a anemia em nossos bebês, devemos saber a diferença do ferro que está presente nos alimentos. O ferro heme é presente nos alimentos de origem animal ( carnes como o peixe, aves e vísceras), é bem absorvido no organismo. O ferro não-heme, encontrado em alimentos de origem vegetal (feijão, lentilha, ervilha, verduras escuras, frutas secas, alimentos integrais e cereais fortificados) tem absorção menor pelo organismo e depende de outros fatores, como por exemplo, se forem ingeridos com alimentos que contenham vitamina A (alimentos alaranjados, verde-escuros, carnes e leite) que melhoram o transporte de ferro, e alimentos que contenham vitamina C, que aumentam em 30% a absorção de ferro não-heme e não interfere na absorção de ferro heme.
Algumas dicas ajudam a previnir a anemia por falta de ferro:
- aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida;
- quando oferecer fórmulas infantis, oferecer as enriquecidas com ferro;
- nunca substituir uma refeição salgada (almoço e janta) por leite. A refeição fica incompleta e desequilibrada, e o aporte de cálcio aumentado pode inibir a absorção de ferro;
- refeições salgadas devem conter alimentos ricos em ferro-heme. O fígado oferecido de forma regular (a cada duas semanas) é uma excelente fonte de ferro. Vegetais de folhas verde-escuras nunca devem faltar nas refeições, e podem ter como facilitador alimentos que contenham vitamina C, como o tomate e algumas frutas;
- refrigerantes, chás e café devem ser evitados na dieta da criança por interfirirem de forma negativa na absorção do ferro.
Uma dieta equilibrada é ideal para que a criança consiga receber a quantidade ideal de ferro que necessita.

terça-feira, 5 de junho de 2012

A linguagem do bebê

Hoje percebi que meu bebê, além de prestar atenção nos sons que faço nas brincadeiras, nas músicas que cantamos e no que falamos para ele, está tentando muito imitar. Isso é uma delícia de ouvir!
A fala do bebê está diretamente ligada a audição, ou seja, os bebês assimilam as palavras através dos sons. Para estimulá-los, podemos cantar , brincar com repetições ou sempre que estamos fazendo alguma coisa, como trocar fralda, dar banho, conversar com ele sobre aquilo. As crianças sentem emoções nas palavras usadas pelos pais, mesmo pequeninos e sem parecer que entendem alguma coisa, conseguem distinguir a hora de dormir, comer ou brincar apenas pelo uso das palavras.
A fala e a linguagem também tem marcos no seu desenvolvimento, são eles:
- Primeiro ao terceiro mês: o bebê tenta imitar as caretas, reage aos sons muitas vezes com sustos, além do choro fará algumas vocalizações e alguns até começam a sorrir em resposta;
- Quarto e quinto mês: sorri espontaneamente e dá gritinhos de alegria. Alguns começam com as combinações vocálicas como o "ah-gu";
- Sexto mês: inicia brincadeiras com sons molhados em língua e lábios;
- Oitavo ao décimo primeiro mês: reclamam se tentam tirar o objeto dele e entendem o significado do não;
- O primeiro ano: bate palminhas, aponta o objeto desejado, fala mama e papa com significado, responde a comandos simples, fala duas palavras reconhecíveis, dá tchau e alguns bebês já falam palavras simples;
- 1 ano e meio: empregam de uma a três palavras corretas, usam jogos simbólicos e exprimem claramente a vontade. Alguns, quando estimulados já sabem apontar partes do corpo;
- 2 anos: usam até seis palavras;
- 2 anos e meio até 3 anos: passam a usar mais de 50 palavras e as combinam. Identificam figuras dizendo o seu nome, diz o nome das partes do corpo, identifica o amigo com nome. nesta fase, eles repetem tudo o que ouvem (devemos tomar cuidado com o que falamos perto deles!).
Lembramos sempre que cada bebê tem seu tempo de desenvolvimento. Devemos apenas ficar atentos e acompanhar, e caso haja alguma dúvida, não deixar de questioná-la ao pediatra.
O desenvolvimento da fala ocorre junto com o desenvolvimento global da criança. A fala não irá evoluir se a criança não brincar, explorar o ambiente e compreender as coisas.